Christian Wilde plays with Bad Boi Benvi (badboibenvi) before fucking him

A cidade de Nova Arcádia dormia sob um manto de névoa eletrônica e chuva ácida. No centésimo andar do Arranha-Céu Abismo, onde o som dos levitates era um zumbido distante, dois homens definiam os extremos de um mundo em colapso.
Christian Wilde ajustou o colarinho impecável de seu traje cinza-perolado. Diante do imenso painel de vidro inteligente, ele via não a cidade, mas um caleidoscópio de dados: gráficos de lucro, fluxos de energia, a pulsação digital do seu império, a Wilde Corp. Ele era a ordem feita homem. Cabelos grisalhos cortados com precisão, postura ereta como aço. O arquiteto do “Renascimento Controlado”, o visionário que prometua salvar a humanidade de si mesma através de algoritmos, cercas de força e memórias editáveis.
“O caos é um câncer, Sr. Benvi,” disse Wilde, sem se virar. “E nós somos o bisturi.”
Atrás dele, sentado de forma desleixada em uma poltrona de couro sintético, com os pés descalços e sujos sobre a mesa de cristal líquido, estava Boi Benvi. Todos o conheciam pelo nome da rede: @badboibenvi. Usava um casaco remendado de fibras luminosas, jeans rotos que mostravam próteses cibernéticas nos joelhos, e um sorriso permanente de escárnio. Seus olhos, um com íris biológica e outro com um scanner vermelho pulsante, observavam Wilde com puro deleite.




