Sir Armas fucks Alfonso Osnaya

O salão do Castelo de Osnaya ecoava com o murmúrio contido dos vassalos. No centro do vasto espaço de pedra, sob a luz fraca que descia das frestas altas, dois homens se encaravam. Um, ajoelhado, com a cabeça curvada, era Sir Armas, outrora Capitão da Guarda Real. O outro, em pé, com as mãos firmes sobre o punho da espada longa, era Dom Alfonso Osnaya, Senhor das Terras Altas e do Vale do Lobo.
A acusação era grave: traição. Diziam que Sir Armas havia conspirardo com os rebeldes do Norte, que um documento com o selo dele fora encontrado em posse do inimigo. O ar cheirava a cera derretida e tensão.
“Levante-se, Sir Armas,” ordenou Alfonso, sua voz um grave rosnado controlado.
Armas obedeceu, erguendo o rosto marcado por cicatrizes e honra. Seus olhos, no entanto, não desafiavam. Refletiam uma profunda tristeza.
“Vossa Senhoria sabe quem eu sou. Sirvi a vossa casa, a vosso pai, antes mesmo de vós herdardes este manto. Morreria por Osnaya.”
“E no entanto, as provas gritam contra vós,” replicou Alfonso, cruzando o salão até a lareira enorme. As chamas dançavam, lançando sombras que pareciam duelar nas paredes. “O pergaminho. O selo. As palavras que prometiam abrir o portão sul na noite da lua nova.”




