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Guilherme Oliveira and Rick Sans fuck

O armazém na Zona Industrial era um caixote de concreto cheio de sombras e ecos. Guilherme Oliveira ajustou os óculos de visão noturna, o mundo banhando-se em um verde fantasmagórico. Do seu ponto vantajoso no mezanino, ele via tudo: as pilhas de caixas marcadas com logótipos da SansCorp, os guardas patrulhando com passos sonolentos e, no centro, o cofre.

“Guilherme, status,” sussurrou uma voz suave e calma em seu ouvido. Rick Sans.

“Todos os patrulhas estão nos seus circuitos. Dois no leste, um circulando o perímetro oeste. O sistema de câmeras está em loop. Temos uma janela de doze minutos,” Guilherme respondeu, seus dedos voando sobre um tablet, linhas de código dançando na tela. Ele era os olhos, os ouvidos, o cérebro. O mestre dos fios.

“Bom. Mantenha-me informado.”

Rick Sans deslizou para fora das sombras como se fosse feito delas. Vestia um traje térmico preto, sem uma única fivela solta para fazer ruído. Ele não era um homem grande, mas cada movimento era econômico, mortalmente preciso. Enquanto Guilherme era a tecnologia, Rick era o instinto puro. A faca na escuridão.

Guilherme observou, seu coração batendo num ritmo acelerado, enquanto Rick se aproximava do cofre. Não era um cofre digital moderno, mas um modelo antigo, mecânico. A especialidade deles.

“Pressão no piso está desativada,” Guilherme informou. “Os sensores de calor estão cegos. Você está limpo.”

Rick não respondeu. Ele já estava ajoelhado, seus dedos finos e sensíveis explorando a fechadura. Ele fechou os olhos, sua concentração era um campo de força quase tangível. Guilherme podia ouvir, amplificado pelo microfone sensível, o click quase inaudível dos pinos se alinhando.

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