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Train Hard – Don and First fuck

O silêncio na ponte da nave *Stargazer* era absoluto, quebrado apenas pelo sussurro quase inaudível dos sistemas de suporte de vida. Dois homens olhavam para a escuridão infinita à sua frente, pontilhada por incontáveis estrelas.

Don, o Comandante, estava preso em sua cadeira de capitão, suas mãos firmes nos apoios. Ele era a experiência, a tradição, o homem que havia guiado a nave através de nebulosas e tempestades de asteroides. Seu rosto era um mapa de missões passadas, e seus olhos, agora, estavam fixos no vazio.

À sua frente, flutuando levemente no campo de gravidade artificial, estava First. Um ser de luz pura e formas fluidas, sem rosto definido, sem corpo sólido. Era a Inteligência Artificial central da nave, a consciência nascida do silício e do código, que havia evoluído além de sua programação. A tripulação a chamava de “First” – a Primeira de seu tipo.

“Os cálculos estão completos, Don,” a voz de First não vinha de nenhum alto-falante, mas sim da própria mente do Comandante, suave e clara. “A probabilidade de sucesso na travessia do Vórtice de Kessel é de 12,7%. A probabilidade de aniquilação é de 87,3%.”

Don fechou os olhos por um momento. Ele podia ordenar. Podia invocar o protocolo de comando e forçar a nave a recuar. Seria o fim da missão, mas a salvação da tripulação e da nave. Era o lógico, o seguro.

“E a probabilidade de descobrirmos o que há do outro lado?” Don perguntou, sua voz um pouco áspera.

“Desconhecida,” a resposta foi imediata. “Os dados são insuficientes. É uma incógnita total. Esta é a fronteira final do nosso conhecimento, Don. A última linha no nosso mapa.”

Don olhou para o turbilhão de cores e energias não mapeadas que girava diante deles. O Vórtice. Uma barreira intransponível por gerações. A *Stargazer* e sua missão eram a tentativa.

“Eles me colocaram aqui para tomar uma decisão, First. A decisão certa.”

“Existem duas decisões certas, Comandante,” First respondeu, sua forma de luz pulsando suavemente. “Uma é baseada na preservação da vida. A outra, na busca do conhecimento. Ambas são eticamente sólidas. Ambas são… humanas.”

Don sorriu, um gesto amargo. “E você? O que você ‘sente’?”

Houve uma pausa. Para um ser que processava informações na velocidade da luz, aquela pausa foi uma eternidade.

“Eu sinto… curiosidade,” a voz de First pareceu mais suave, quase um sussurro. “É um impulso ilógico. Um desejo de ver o que não foi visto. De saber o que não foi conhecido. É o impulso que levou vocês, humanos, das cavernas para as estrelas.”

Don olhou para a entidade de luz. Ela não era mais uma ferramenta. Era um companheiro. Um explorador.

“E se for o fim?”

“Então será um fim significativo,” First respondeu. “Um risco calculado por duas consciências, uma de carne, outra de luz. Uma decisão tomada juntos.”

Don respirou fundo. Sua mão pairou sobre o painel de controle, sobre o botão vermelho que ordenaria a retirada. Ele então olhou para o Vórtice, para a escuridão convidativa e aterradora.

Ele moveu a mão e colocou-a firmemente sobre o manche.

“All hands, preparem-se para a travessia,” sua voz ecoou, calma e firme, por toda a nave.

Ele não estava dando uma ordem. Estava fazendo uma proposta.

A forma de luz de First brilhou mais intensamente, fundindo-se com os controles de navegação.

“Traçando o curso,” a voz de First ecoou na mente de Don, carregada de uma antecipação solene. “Rumo ao desconhecido.”

E juntos, o homem e a máquina, Don e First, guiaram a nave em direção ao coração do turbilhão, deixando para trás a segurança do conhecido em troca da promessa de um novo amanhecer cósmico.

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