Karl Stevens and Kyle Brady fuck
O silêncio na biblioteca de arquivos da NexusCorp era tão espesso que se podia ouvir o zumbido dos servidores envelhecidos. Karl Stevens ajustou os óculos, deslizando um dedo com luvas sobre a poeira acumulada em uma caixa de arquivos etiquetada “Projeto Fênix – 1987”. Ele era um historiador corporativo, um homem meticuloso para quem o passado era um quebra-cabeça a ser resolvido, peça por peça.
A porta de aço do arquivo rangeu ao ser aberta, quebrando a quietude sagrada. Kyle Brady entrou com a energia de um furacão em um espaço confinado. Ele usava um moletom com capuz, mesmo dentro do prédio, e carregava uma pasta fina de plástico, contrastando brutalmente com as pilhas de papel amarelado que cercavam Karl.
“Stevens! Acha que encontrou algo?” A voz de Kyle era rápida e incisiva, a voz de um contador de histórias digital, um “influencer” de sucesso que a NexusCorp contratara para “revitalizar a marca” com conteúdo nostálgico.
Karl não olhou para cima. “Arquivo é uma ciência, Brady. Não é ‘achar’. É pesquisar, cruzar fontes, validar.”




