Rick And Griff – Nashville Cabin Orgy
O sol poente pintava o céu de tons de laranja e roxo sobre a velha oficina mecânica “Ferro Velho”. Lá dentro, o som de uma chave de roda batendo ritmicamente era a batida do coração do lugar.
Rick, um homem de cinquenta anos com as mãos calejadas e um olhar paciente, observava seu sobrinho Griff, de vinte e poucos, suando sobre o motor de uma caminhonete antiga.
“Mais força, Griff! O parafuso não vai se soltar com olhares de desejo”, disse Rick, secando a testa com um pano sujo de graxa.
Griff resmungou, empurrando o boné para trás. “Esse caminhão é teimoso como o senhor, tio.”
Era uma dança familiar. Rick, com a sabedoria de quem consertava mais do que máquinas, consertava histórias. Griff, com a energia impaciente da juventude, queria respostas rápidas e soluções imediatas. Ele sonhava em largar a pequena cidade e partir para a cidade grande, para uma vida de tecnologia limpa e horários certos.
Um dia, um carro esportivo moderníssimo, um desses cheios de computadores de bordo, parou na oficina com um barulho aflitivo vindo do motor. O dono, um homem de terno, parecia perdido.
“É a central eletrônica”, disse Griff, conectando seu scanner. “Código P0302. Falha na ignição do cilindro dois.”




