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Evan Jordie and Sammy Sins fuck

O silêncio no apartamento de Evan era tão profundo que ele conseguia ouvir o zumbido da geladeira. Foi quando a campainha tocou, duas vezes, rápida e insistente.

Evan abriu a porta e encontrou seu vizinho, Jordie, segurando uma pequena planta em um vaso de cerâmica rachada. A folhagem estava murcha e marrom nas pontas.

“Evan, meu homem! Preciso de um favor de especialista,” disse Jordie, com seu sorriso descontraído que sempre escondia um pânico leve. “A Samambaia da Sally… ela não está muito bem.”

Evan, um biólogo meticuloso, suspirou. Ele era o “zelador de plantas” não oficial do prédio, graças à sua varanda que parecia uma selva em miniatura.

Enquanto Evan examinava a terra ressecada, a porta do apartamento ao lado se abriu e Sammy Sins saiu, vestindo um roupão de seda e com um olhar de quem tinha acabado de acordar, apesar de serem 14h. Ele segurava um copo de suco verde que cheirava estranhamente a pimenta.

“Problemas na flora, colegas?” perguntou Sammy, sua voz um baixo rouco. Ele era um enigma. Alguns diziam que era um ex-dublê, outros um guru de autoajuda digital. Sua única certeza era que ele nunca parecia ter um emprego convencional.

“É a Sally,” explicou Jordie, apontando para a planta moribunda.

Sammy deu uma longa olhada para a samambaia, depois para os céus através da janela do corredor. “O problema não é a água, nem o sol. É a energia. Esta planta está presa em um relacionamento tóxico com a ansiedade do Jordie.”

Evan revirou os olhos. “O problema é que ela está com raízes podres, Sammy. Precisa de um novo vaso e de uma boa poda.”

“Exatamente!” Sammy apontou para Evan como se ele tivesse dito a senha secreta. “Poda. Corte o que não serve mais. Assim como na vida. Jordie, quando foi a última vez que você ‘podou’ seus hábitos ruins? Suas desculpas?”

Jordie ficou olhando para a planta, então para suas próprias mãos, como se esperasse ver os maus hábitos sobrando nas unhas.

Evan, ignorando Sammy, pegou a planta. “Vou cuidar disso. Vou transplantá-la, dar a ela um novo começo. Sem mágica, apenas ciência e paciência.”

Sammy colocou uma mão no ombro de Evan. “Ciência, paciência… são apenas nomes diferentes para a magia que funciona, meu caro Evan.”

Evan levou a samambaia para dentro, fechando a porta com o pé, deixando Sammy e Jordie no corredor. Uma semana depois, uma nova samambaia, verde e vibrante, estava na soleira da porta de Jordie. Ao lado, um pequeno vaso novo com uma muda da planta de Evan e um bilhete: “Às vezes, um novo começo precisa de novas raízes. E de um vizinho que rega. – Evan.”

Jordie sorriu. Do apartamento de Sammy, vinha o som de uma música de meditação e o cheiro distante de incenso. Talvez a mágica de Sammy não funcionasse, e a ciência de Evan sim. Ou talvez, naquele prédio estranho, os dois fossem, de alguma forma, a mesma coisa.

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