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Ryan St Michael fucks Zac Steele

A cidade de Aethelburg nunca dormia, mas seu coração batia mais forte no Purgatório, uma casa noturna escondida nas fundações de um arranha-céu abandonado. O ar vibrava com a batida sintética do cyber-trash e o cheiro doce-neurótico do néctar de ozônio. Era um lugar para se perder, e Ryan St. Michael era seu anfitrião não oficial.

Ryan não era um DJ comum; era um arquiteto de catarse. Seu dom era tecer frequências subliminares em suas batidas, sons que podiam acalmar uma mente em pânico ou incitar uma revolta. Ele operava de dentro de uma gaiola de vidro no alto do salão, um techno-bruxo com olhos de tela de radar e dedos que dançavam sobre consoles como um regente conduzindo uma orquestra de puro sentimento bruto. Ele via a dor de todos, curava a de alguns e se mantinha intocável, isolado em sua cabine à prova de som.

Zac Steele era uma falha no sistema. Um caçador de recompensas que rastreava alvos através do submundo digital, ele era um fantasma de couro e silício. Seu corpo era um arsenal: um braço biônico com um canhão de pulso retrátil, pernas com molas que permitiam saltos impossíveis e um rosto que era mais uma tela em branco do que uma carne. Ele estava no Purgatório perseguindo um traficante de dados, e a música era um incômodo, um ruído que interferia em seus scanners internos.

Seus olhos se encontraram no pico da noite. Zac, parado como uma estátua no canto mais escuro, scanners vasculhando a multidão. Ryan, em sua gaiola, sentiu uma anomalia – uma ausência. Um ponto de silêncio absoluto no mar de emoções transbordantes. Seus dedos, por conta própria, deslizaram para um controle. Ele direcionou um feixe de som, uma frequência baixa e inquisitiva, diretamente para aquele vazio.

Zac estremeceu como se tivesse levado um choque. Seu sistema interno piscou em alerta. Ele olhou para cima, e através do vidro fumê, dois pares de olhos se travaram. Os de Ryan, curiosos e desafiadores. Os de Zac, frios e assassinos.

O caçador de recompensas se moveu. Ignorou seu alvo e foi direto para a gaiola. A porta se abriu com um silvo.

“Desligue a interferência”, a voz de Zac era metálica, sem emoção.

“Ou o quê?”, Ryan perguntou, um sorriso perigoso brincando em seus lábios. “Você vai me desmontar?”

“É uma opção.”

Em vez de responder, Ryan deslizou os fones de ouvido. “Ouça.”

Ele tocou uma nota única, pura, que não estava na música. Era o som do silêncio que ele sentira em Zac, amplificado. O caçador de recompensas recuou como se tivesse sido golpeado. Aquele som era o eco de sua própria existência vazia, um barulho que ele passara uma vida tentando abafar.

Zac não o matou. Ele ficou. E na noite seguinte, também.

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