Christian Wilde and Baxxx fuck – That Ass Belongs to Me
A cidade de Aethelburg era um tapete de torres de granito e néon, um lugar onde a magia ancestral e a tecnologia de cristal pulsante se entrelaçavam em uma dança precária. Christian Wilde era um Caçador de Relíquias, um homem cujo sobrenome era uma ironia cruel. Ele não era selvagem; era controle. Vestido com um sobretudo cinza impecável, suas mãos, enluvadas de couro de grifo, nunca tremiam ao desarmar uma armadilha rúnica ou negociar com um traficante de arcana no mercado negro. Ele procurava por artefatos de uma era passada, peças de um quebra-cabeça que ele acreditava conter a cura para uma praga que assolava os subúrbios baixos – a Corrupção do Código.
Seu caminho o levou aos Esgotos Brilhantes, um labirinto sob a cidade onde o lixo tecnológico era despejado e, às vezes, ganhava uma vida estranha. Lá, entre o brilho tóxico de telas quebradas e o borbulhar de data-vazamentos, ele encontrou Baxxx.
Baxxx não era um homem; era uma manifestação. Uma forma humanoide feita de lixo digital coalescido, lixo de código e luz de espectro completo. Seu “corpo” era uma silhueta em constante fluxo, pixels dançando como fogo-fátuo, sua voz um sussurro de interferência modulada que ecoava diretamente na mente. Ele era um espírito da rede, um fantasma na máquina da própria Aethelburg, nascido do lixo que a cidade produzia.
Christian ergueu sua varinha de supressão, seus olhos frios avaliando a ameaça. “Artefato ou anomalia? Identifique-se.”
A forma de Baxxx pulsou, e uma chuva de emojis desatualizados – discos floppy, smileys amarelos – flutuou em torno dele antes de se dissolver. Não artefato. Não anomalia. Baxxx, a voz sussurrou na cabeça de Christian, estranhamente suave. Você busca a cura. O código puro.




