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Moreno XXL Surprises Me With His Dick Ready To Insert Into My Apartment! – B3njamin, Julian Shul

A chuva batia no parabrisa do ônibus interestadual, desenhando cortinas líquidas que distorciam as luzes da cidade. B3njamin encostou a testa no vidro frio, sentindo a vibração do motor ecoar em seus ossos. Seu mundo era um fluxo constante de código, de dados trafegando por fibras ópticas sob o oceano. Ele era um operador de rede, um fantasma na máquina, mantendo o mundo conectado de um laptop em qualquer lugar com um sinal. Sua vida era uma suíte de hotéis anônimos e conexões criptografadas.

Ele desceu em uma cidade pequena chamada Cedar Bend, supostamente por uma semana, para solucionar uma instabilidade crônica em um nó de rede local. O aluguel era um quarto acima da única livraria da cidade.

A livraria “O Pêndulo” cheirava a papel velho, encadernação em couro e café forte. Julian Shul era sua sombra. Dono do lugar, ele era um homem de gestos calmos e olhos que pareciam ter lido todas as histórias do mundo e ainda assim guardavam uma centelha de curiosidade. Ele usava suéteres de lã, mesmo no início do outono, e sempre tinha uma xícara de chá esquecida em algum lugar entre as pilhas de livros.

Seus mundos colidiram na escada estreita que levava ao apartamento de B3njamin. Julian, carregando uma pilha de livros que ameaçava desmoronar, tropeçou. B3njamin, com reflexos treinados por anos de resposta a alertas de sistema, o segurou com um braço firme.

“Equilibrista de palavras, cuidado”, disse B3njamin, sua voz mais suave do que ele esperava.

Julian sorriu, um pouco envergonhado. “A física sempre vence a ficção, no final.”

B3njamin começou a trabalhar em um canto da livraria, seus monitores brilhantes uma estranha relíquia do futuro entre as estantes de carvalho. Julian observava, fascinado, não pela tecnologia, mas pela intensidade silenciosa do homem, seus dedos voando sobre o teclado como um pianista.

À noite, quando B3njamin descia para comprar algo para jantar, Julian o presenteava com um café feito em uma prensa francesa. “Para compensar o frio do seu mundo digital”, ele dizia.

Eles eram um paradoxo. B3njamin, cuja existência era garantir que pacotes de dados chegassem ao destino em milissegundos, vivia na instantaneidade. Julian, que passava dias restaurando um único volume antigo, vivia na eternidade.

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