Russian Jordan Stark fucks Guilherme Oliveira
O vento do outono dançava pelas folhas secas da Praça da República, mas Russian Jordan Stark não o sentia. Envolta em um casaco bege, ela observava o mundo através da lente de sua câmera antiga, isolada pela barreira silenciosa que sempre construía ao seu redor. Jordan carregava a melancolia de São Petersburgo no sobrenome e nos olhos claros, um mistério gelado que ninguém em Portland parecia capaz de decifrar.
Foi na livraria de esquina que o acaso teceu seu fio. Enquanto alcançava um exemplar de “O Amor nos Tempos do Cólera” na prateleira mais alta, a pilha de livros que Guilherme Oliveira carregava desmoronou em um ruído suave e caótico.
“Deixe-me ajudar”, disse uma voz morna, cheia da cadência do sotaque brasileiro que Jordan mal conseguia identificar.
Ele se ajoelhou ao seu lado, e suas mãos se encontraram no mesmo livro, por um instante. Ela retirou a mão como se tivesse tocado em brasa. Ele sorriu, um sorriso largo e despretensioso que parecia desafiar a cinza tarde de outono.
“Guilherme”, apresentou-se, estendendo a mão novamente, desta vez vazia.
“Jordan”, ela respondeu, hesitante, aceitando o cumprimento. A mão dele era quente, áspera de tanto trabalhar com madeira em sua marcenaria, e estranhamente reconfortante.




