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Nate Hotties and Aaron Hugese fuck Steven Angel

O aplicativo de namoro era um mar de “Nate Hotties” e “Aaron Hugeses”. Perfis genéricos com fotos em academias e com peixes. Foi então que ela esbarrou em “Steven Angel”. A foto era simples: um homem sorrindo, com os olhos gentis, segurando uma xícara de café em uma livraria bagunçada. Algo naquela simplicidade a fez deslizar para a direita.

Uma correspondência.

Nate Hotties foi o primeiro encontro. Ele falou sobre sua rotina de exercícios e a contagem de macros por duas horas. Aaron Hugese foi o segundo. Ele passou a noite inteira reclamando do seu ex e do seu chefe. Ambos eram exatamente o que seus perfis prometiam: Nate era “hot” (gostoso), Aaron dava “huges” (abraços grandes), mas faltava substância. Faltava… alma.

Quando ela conheceu Steven Angel, a chuva fina começou a cair no parque onde haviam combinado. Ele chegou com um guarda-chuva extra e um livro de poesia no bolso do casaco.

“Não parecia você”, ele disse, entregando-lhe o guarda-chuva, “o tipo de pessoa que se importaria em se molhar. Mas é melhor prevenir.”

Eles não foram para um bar barulhento. Caminharam pela cidade, e Steven apontava pequenos detalhes que ela nunca notara: a fachada de um prédio antigo, o nome curioso de um café, a história por trás de uma estátua esquecida. Ele não tentou impressioná-la. Ele apenas *via* o mundo de uma maneira que ela achava que só ela via.

Nate Hotties mandou uma mensagem depois: “Foi legal, vamos repetir?”.
Aaron Hugese escreveu: “Sinto sua falta, meu abraço”.

Ela olhou para as mensagens, e então olhou para a foto que havia tirado secretamente de Steven Angel, sentado em um banco, completamente absorto na leitura de uma placa histórica. Ele não era um “hot” nem um “huge”. Ele era um porto seguro. Era a calma depois da tempestade de perfis exagerados.

Enquanto caminhavam naquela noite, ele parou em frente à sua casa.
“Obrigado”, ela disse, seu coração batendo um ritmo completamente novo. “Por não ser um Nate ou um Aaron.”

Ele sorriu, aquele mesmo sorriso tranquilo da foto. “Nate Hotties e Aaron Hugese soam como personagens de um filme ruim. Steven Angel… bem, espero que soe como o começo de uma boa história.”

Ela pegou sua mão. Era uma mão calma, sólida.
“Soa”, ela sussurrou, “como o final de uma longa busca.”

E naquele momento, entre os “Nate Hotties” e “Aaron Hugeses” do mundo, ela soube que havia encontrado algo real. Alguém que não precisava de um apelido chamativo, porque seu nome simples já era a descrição mais precisa do que ele era: um anjo em um mundo de superficialidade.

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