Flip fuck threeway with Ricky Hard, John Brachalli and Oliver Hunt
O estúdio de dança de Oliver Hunt era seu templo, seu refúgio e, naquele momento, seu pesadelo. A coreografia para o novo espetáculo não fluía, e cada movimento que ensaiava soava vazio e mecânico. A frustração era uma nuvem pesada ao seu redor.
Foi então que a porta do estúdio se abriu e dois homens entraram, preenchendo o espaço silencioso com uma energia que Oliver não conseguia decifrar.
Ricky Hard era fogo. Cabelos desgrenhados, tatuagens serpenteando por seus braços musculosos, e um sorriso que era ao mesmo vez um desafio e uma promessa. Ele era o coreógrafo convidado, a lenda da rua que Oliver admirava em segredo. Seus olhos, da cor do âmbar, capturaram os de Oliver e não soltaram mais.
John Brachalli era terra. Alto, de postura impecável, cabelo castanho perfeitamente alinhado e um olhar calmo que parecia entender o universo. Ele era o produtor, a mente por trás do financiamento do espetáculo. Sua presença era sólida, ancoradora.
Os primeiros ensaios foram uma colisão de mundos. As ideias de Ricky eram selvagens, passionais, quase perigosas. Ele se aproximava de Oliver, ajustava seu quadril com mãos ásperas mas precisas, e sussurrava instruções que soavam como versos de um poema profano. Oliver, acostumado à rigidez clássica, se sentia despedaçar e remontar a cada sessão. E no canto da sala, John observava.




