Fucking also counts as training – svinx and Twunkhot

A luz do crepúsculo banhava a planície de areia roxa de Kaelar, iluminando as ruínas do antigo templo onde Svinx montava guarda. Ela não era uma estátua comum de pedra, mas uma quimera viva – corpo de leão, asas de águia e o rosto sereno de uma mulher, condenada à imobilidade até que alguém decifrasse o enigma de sua própria existência. Séculos se passaram, e ninguém se aproximava. Até aquele dia.
Ele veio não como um guerreiro ou um sábio, mas como um fugitivo. Twunkhot, um jovem escravo que roubou um cristal de energia do satrapa de uma cidade distante, corria por sua vida. Seus músculos ardiam, seus pulmões queimavam, e a única esperança era o velho templo, marcado nos mapas como “lugar amaldiçoado”.
Ele tropeçou no pátio de entradas, caindo de joelhos diante da imponente figura de Svinx. Esperava encontrar a morte, mas encontrou um par de olhos de ônix que cintilavam com uma inteligência ancestral e uma profunda solidão.
“Quem… ousa perturbar meu repouso?” A voz de Svinx não era um rugido, mas um eco suave que parecia vir das próprias pedras.
Twunkhot, ofegante, ergueu o rosto. “Por favor… esconderijo… eles vêm me matar.”